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domingo, 04 agosto 2019 16:31

WRC: OTT TANAK VENCE RALI DA FINLÂNDIA Destaque

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Ott Tanak/Martin Jarveoja (Toyota Yaris WRC) vencem o Rali da Finlândia, somando o máximo de pontos possível, já que venceram também a PowerStage. O estónio ganha 18 pontos a Thierry Neuville (6º) e Sébastien Ogier (5º), passando a ter 22 pontos de avanço para Ogier e 25 para Neuville. A cinco provas do fim do campeonato, prepara-se para ser ele a ‘acabar’ com o reino dos Dom Sébastien, que dura desde 2004.

Por José Luis Abreu / Autosport


Sébastien Loeb foi Campeão nove vezes entre 2004 e 2012, e desde aí, Sébastien Ogier assegurou seis títulos, estando agora mais perto de passar o testemunho. Mas ainda falta muito para o final do WRC 2019 e tudo pode ainda acontecer.
De qualquer das formas, mais uma bela demonstração de classe por parte do estónio, que alcança na Finlândia a quarta vitória do ano. 
Com o triunfo na PowerStage, Tanak assegurou a sua 200ª vitória em especiais, mais um marco na sua carreira.

Grande rali para Esapekka Lappi (Citroen C3 WRC), que repete o segundo lugar da Suécia, numa prova em que foi, de longe, sempre o melhor Citroën, alcançando um resultado merecido, numa prova que já venceu com a Toyota. Para ele deve saber-lhe quase como uma vitória: “Estou muito contente pela equipa, eles merecem muito isto. Não tenho sido capaz de lhes trazer resultados este ano e agora fui capaz de fazer algo de bom. Obrigado a todos!”

Jari-Matti Latvala/Miikka Antilla (Toyota Yaris WRC) foi terceiro, no que é o seu primeiro pódio desde a Austrália do ano passado, e claro, o seu melhor resultado do ano: “É um resultado importante, senti muita pressão”.Liderou boa parte da prova, mas um erro atirou-o para o segundo lugar, colocando-se depois à mercê de Lappi que aproveitou bem a oportunidade, passando-o na geral.

 

 

Bom quarto lugar para Andreas Mikkelsen/Andreas Jaeger (Hyundai i20 WRC), está finalmente a ligar-se bem com o carro, e já parece o ‘antigo’ Mikkelsen, que pode facilmente lutar por pódios: “Este quarto lugar significa muito para mim. Tem sido um rali difícil para nós no passado, por isso é muito bom agora ter conseguido decifrar o ‘código’ deste evento e ter uma grande sensação no carro. A equipa tem trabalhado arduamente nos últimos seis meses, e agora sinto-me como o meu ‘velho eu’ novamente.”

Quinto lugar para Sébastien Ogier/Julien Ingrassia (Citroen C3 WRC), numa prova que não teve argumentos para mais: “Fiz tudo o que pude. Foi um rali difícil para nós, mas lutei com todas as forças que tínhamos, mas não estava no meu melhor ontem (sábado).

Sexto lugar para Thierry Neuville/Nicolas Gilsoul (Hyundai i20WRC) este fim-de-semana, foi o melhor que se arranjou. Depois de ter começado mal a prova, nunca mais recuperou. Os testes que fez foi com chuva, portanto chegou ao evento e não tinha a afinação que precisava: “Fomos fazendo algumas melhorias com o carro, por isso é muito encorajador. Não estava com um bom ritmo na primeira etapa e depois disso fiz um grande esforço. Mas com a ordem e a limpeza da estrada não foi suficiente”.

Bom rali dos regressados Craig Breen/Paul Nagle (Hyundai i20 WRC), retornando ao WRC pela primeira vez desde o ano passado, agora com a Hyundai. Sétimo lugar na geral, tendo sido desapossado do sexto lugar para dar mais pontos a Neuville: “É fantástico, tenho que agradecer a muita gente. Eu estive num lugar muito ‘escuro’ por alguns meses, no ano passado mas agora as pessoas vieram para um resgate, e elas sabem quem são. É bom estar de volta a este nível novamente”, disse o piloto que apesar da longa paragem entrou muito bem na prova, e fez o suficiente para ter um resultado um pouco acima do que ‘diz’ esta classificação. De qualquer modo, ficou a certeza que o vamos ver mais vezes no futuro.

Este foi um fim de semana desapontante para a M-Sport/Ford. Temmu Suninen/Jarmo Lehtinen (Ford Fiesta WRC) nunca conseguiu andar mais à frente, e esperava-se, sinceramente, mais do finlandês no rali da sua terra. Não foi claramente o fim-de-semana que Teemu Suninen esperava, e foi apenas oitavo na Finlândia: “É difícil avaliar porque não tive um cinco vezes campeão do mundo na minha equipa. Fui dois minutos mais rápido que o Gus, mas desta vez não foi suficiente e temos algum trabalho a fazer para os próximos ralis”, disse no final.

Gus Greensmith/Elliott Edmondson (Ford Fiesta WRC) estava a fazer o rali que se esperava, no fim dos restantes WRC, mas na PE21, entrou demasiado depressa numa curva à esquerda, ou percebeu mal a nota ou desconcentrou-se e saiu em frente, batendo com a frente do ford num árvores, ficando logo ali.

Fonte: https://www.autosport.pt

Ler 119 vezes Modificado em segunda, 05 agosto 2019 16:37

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